Protocolo carga imediata


O protocolo proposto por Branemark em 1985  era composto por duas fases cirúrgicas, com tempos de espera para mandíbula de 3 a 4 meses, e para maxila de 4 a 6 meses, e após esse período era iniciada a instalação das próteses. Ao longo dos anos houve o aumento da utilização de carga imediata em implantes osseointegráveis na região anterior da mandíbula sendo efetuada com sucesso, analisando-se cuidadosamente e individualmente cada caso, respeitando suas particularidades anatômicas, histológicas e fisiológicas.

A realização do pro- tocolo com carga imediata funcional demonstrou-se com bom resultado clinico e alto grau de satisfação do paciente, destacando-se ainda a redução de custos e a diminuição do tempo do tratamento como benefícios comprovados, contribuindo ainda mais com a função e estética restabelecida de modo satisfatório. No entanto, para tal, a sincronia entre cirurgião-dentista e protético deve estar aguçada a fim de que se possam realizar todos os procedimentos ne- cessários em até 48 horas de serviço.

O presente artigo tem o intuito de esclarecer todos os procedimentos técnicos clínicos e, principalmente, laboratoriais, para que os profissionais da área entendam quais os procedimentos envolvidos no processo e quão sensíveis eles são. 


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Marcelo Toniolo -  Esp. em Prótese Dentária - AORP, Me. e Drd. - FORP-USP.

Elvis Silvestre - CD, Esp. em Implantodontia - ANEO.

Ricardo Barbassa - Técnico em Prótese Dentária.

DANIEL PALHARES - Especialista em Prótese Dentária - AORP; Especialista em Implantodontia; Mestre em  Implantodontia - UNIFEB.

Samuel Aguiar - Esp. em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilo Facial - APCD - Piracicaba/SP, Me. em Implantodontia - Uniara.

Toniollo MB, Silvestre EH, Barbassa R, Palhares D, Aguiar S. Protocolo inferior com carga imediata: implicações laboratoriais.

Prosthes. Lab. Sci. 2013; 3(9):55-69.